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Conheça as melhores plantas para ambientes internos

Ter plantas dentro de casa é uma ótima forma de deixar o ambiente mais aconchegante e elegante, além de trazer um pouco de conexão com a natureza. No entanto, é preciso ter cuidado na hora de escolher sua planta para ter certeza de que ela se adaptará ao local.

Se você quer saber quais são as melhores plantas para ambientes internos, continue a leitura deste post!

Pleomelle

A Pleomelle, também conhecida como Canção-da-Índia, é uma planta ornamental da família das Dracenas. Ela é ideal para ambientes internos, pois gosta de meia-sombra e não se dá bem com o frio.

Essa planta é bastante chamativa por se tratar de uma miniárvore, com uma folhagem exuberante, verde e branca. A Pleomelle só requer cuidados especiais se o clima estiver seco, ou se ela ficar em um cômodo com ar-condicionado. Nesse caso, borrife água em suas folhas uma vez por semana para que elas não ressequem.

Palmeira Rhapis

A Palmeira Rhapis é uma palmeira pequena, que fica ótima quando plantada em um vaso grande e bem bonito. É possível colocá-la diretamente no chão, seja em um canto da sala ou, em pares, na entrada da casa.

Essa planta não gosta de sol, mas deve ficar em um ambiente bem iluminado. Ela é muito fácil de cuidar, pois deve ser regada a cada 15 dias — no inverno, uma vez por mês.

Palmeira Chamaedorea

A Palmeira Chamaedorea ou Palmeira Bambu é outro tipo de palmeira pequena, que fica muito bonita dentro de casa devido a suas folhagens altas e chamativas. Elas ficam ótimas em salas, em quartos de dormir e até mesmo em banheiros.

O ideal é que ela receba sol durante poucas horas no dia. A rega também é pouco frequente, mas é preciso verificar se a folhagem está ressecando e borrifar água nela em dias mais quentes.

Ficus Lyrata

A Ficus Lyrata é, na realidade, uma figueira, mas quando plantada em um vaso — e ao receber menos sol — ela se torna uma planta bem menor, que é muito apreciada no design de interiores devido ao formato incomum e delicado de suas folhas.

Essa é uma das melhores plantas para ambientes internos, visto que ela gosta de bastante luz indireta e não se dá bem com o frio. Deixe-a sempre próximas a janelas para mantê-la viçosa.

Pacová

Pacová é o nome popular da Babosa-de-Pau, uma miniárvore de folhas muito grandes e brilhantes. Deve ser mantida à sombra, pois fica facilmente queimada quando exposta ao sol. Além de mantê-la protegida do sol, basta regar uma vez por semana. Não é uma planta muito alta, por isso pode ser utilizada sobre mesas e outros móveis ou mesmo suspensa.

Zamioculca

A Zamioculca é muito utilizada no design de interiores por ter folhas abundantes, em formato arredondado, criando um efeito visual muito agradável. Acredita-se que colocar uma Zamioculca no lado direito da porta de entrada da casa atrai prosperidade.

Ela diferencia-se por ser uma planta que não gosta de luz, e só sobrevive quando colocada nos pontos mais escuros da casa. Por conta disso, deve ser regada com pouca frequência: somente quando a terra já estiver seca.

Agora que você já sabe quais são as melhores plantas para ambientes internos, que tal aprender a cuidar melhor de seu jardim? Confira nosso post!

Flores de inverno: como manter seu jardim florido nesta época do ano

É verdade que a primavera é a estação das flores, em que a maioria das espécies está mais bonita. No entanto, escolhendo as plantas certas, é possível que seu jardim seja lindo ao longo do ano inteiro.

Se deseja saber mais sobre as flores de inverno, este post é para você. Continue a leitura e confira!

Escolha as flores ideais

Cada flor tem suas particularidades, como preferência por sombra, por clima e frequência em que devem ser regadas. Por isso, escolher flores resistentes ao frio é o primeiro passo para um jardim bonito no inverno.

Veja agora algumas delas!

Cerejeira

As cerejeiras foram trazidas ao Brasil pelos imigrantes japoneses, e por lá são chamadas de sakuras. Elas adoram o clima frio, por isso florescem somente entre junho e agosto. Felizmente, apesar da florada curta, elas duram muitos anos.

A cerejeira é uma árvore grande — se você tem pouco espaço em casa, pode aproveitar para ter essas flores lindas e delicadas com o uso de bonsais de cerejeira.

Orquídeas

As orquídeas são muito populares na região sul do país, onde o clima é mais ameno. A principal característica dessa planta é não gostar de sol, embora necessite de claridade. Por isso, ela se adéqua bem em temperaturas mais baixas.

No resto do ano, as orquídeas devem ser mantidas à sombra, para que fiquem sempre bonitas. Há vários tipos de orquídeas, e a mais fácil de cuidar é a Denphale.

Cravo

Os cravos podem ser encontrados em várias cores, e se dão bem tanto com jardins quanto com vasos. São populares em todo o mundo e gostam de climas frios.

O cravo dá flores o ano inteiro, principalmente no começo do outono. Essa flor se mantém muito bonita no inverno, pois é bastante resistente ao frio.

Begônia

A begônia é uma flor fácil de cuidar, bastando manter o solo sempre úmido, sem encharcar. Ela se dá bem com qualquer clima, desde que não seja exposta ao sol intenso.

Por ser uma planta pequena, que atinge no máximo 30 cm de altura, fica ótima em jardins pequenos e vasos, podendo ser deixada dentro de casa. É uma das mais versáteis flores de inverno.

Regue menos

No inverno, o sol é mais fraco e menos frequente, por isso há menos evaporação de água. É importante lembrar que, assim como a falta de água, regar o solo em excesso também prejudica as plantas.

Um solo muito molhado pode fazer com que as raízes apodreçam e até mesmo morram. Por isso, diminua a frequência das regas; em geral, no inverno, ela cai para metade.

Algumas espécies que no verão precisam de uma rega semanal podem ficar bem com somente uma rega mensal nos meses frios.

Fertilize na hora certa

A maioria das plantas requer duas fertilizações anuais, para que durem muitos anos. Em todos os casos, uma das fertilizações deve ser sempre feita antes do inverno.

No geral, os melhores meses para a fertilização são fevereiro e setembro. É possível fazer isso com fertilizantes solúveis, que não são trabalhosos de usar nem fazem sujeira.

Agora que você já sabe tudo sobre flores de inverno, que tal aprender a escolher plantas para a sua casa? Confira nosso post!

Plantas com folhas amareladas: descubra aqui o que fazer!

É claro que, ao avistar as suas plantas com folhas amareladas, imaginamos que algo não está certo. Você tem percebido essas mudanças no aspecto e na cor delas? Calma! Há como resolver o amarelamento das plantas. Esse problema se dá, basicamente, por falta de clorofila e, dessa forma, a planta não é capaz de se alimentar como deveria.

Neste post, trataremos das principais causas dessa complicação, para que você possa se precaver, mantendo seus vasos saudáveis e, caso necessário, resolver esse problema que é chamado pelos especialistas de “clorose”. Veja mais!

Plantas com folhas amareladas têm diversas causas

O amarelamento das plantas, estando elas em ambientes internos ou externos, pode ter diversas causas. Na maioria das vezes, quando essa mudança acontece, a primeira suposição que nos passa na mente é a falta de adubo, mas a ausência dele é raramente a causa da alteração de cor.

Perceba o ambiente em que a sua planta se encontra e o que pode faltar — ou sobrar. Um olhar crítico de detetive pode ajudá-lo a chegar à raiz do problema.

Ataques de pragas

Observe a planta: há furinhos nas folhas, além do amarelamento em pontos específicos? Outro aspecto visual que você pode notar é um pequeno ajuntamento de bichinhos. Caso isso seja constatado, a causa da clorose é praga. Fungos, insetos ou doenças bacterianas e virais são muito comuns.

Resolver essa complicação é muito fácil: arranque as folhas estragadas, troque de vaso e preste atenção à umidade do solo e à exposição solar. Sua planta necessita de equilíbrio de quantidades para manter-se saudável, mas, caso esse problema persista, basta aplicar repelente orgânico em toda a extensão da plantação.

Irrigação

Você sabia que a rega em excesso é a causa mais comum para as plantas com folhas amareladas? Ofertar mais água que o necessário para a plantinha acaba resultando em um “afogamento” de raízes. Para saber a hora de regar, é só encostar na terra. Ao verificar que ela está úmida, espere mais um dia para molhá-la.

Como todo mundo já sabe, cada espécie precisa de quantidades diferentes de água, e a falta dela também é um problema que resulta em clorose e perda de folhas. Quando a planta vive com sede, acaba economizando a água restante, descartando folhas e, antes de derrubá-las, apresenta um visual amarelado.

Insolação

Assim como a quantidade de água, a necessidade de luz solar também varia de espécie para espécie. Além de ler sobre o tipo cultivado e tentar adaptar as informações na sua casa, você deve observar o comportamento da planta.

Caso sua planta esteja amarelada, experimente trocar o vaso de lugar. Está no sol? Mude-o para um lugar com sombra. O vento também influencia, então, caso o vaso se encontre em um local com grande corrente de ar, passe a deixá-lo em um ambiente mais protegido.

Deficiência de nutrientes

A falta de adubo é a causa menos comum para o aparecimento de folhas amareladas em plantas novas. Quando a questão é essa, as folhas novas ficam amareladas — ou apenas as folhas mais antigas.

Tome bastante cuidado ao dar esse diagnóstico de falta de adubo, pois se ele estiver errado e o problema estiver na rega, ao adicionar um complexo vitamínico na terra, a planta morrerá.

Envelhecimento natural

Caso a sua planta não apresente nenhum dos problemas citados, a causa da mudança de coloração nas folhas pode ser mais simples do que você imagina: envelhecimento natural. As plantas são seres vivos e, portanto, assim como tudo que tem vida, morrem.

Viu como as plantas com folhas amareladas têm solução? A dica de hoje é observar o ambiente em que a sua planta vive e considerar que água e luz são importantes. No entanto, lembre-se de que atenção especial e carinho fazem toda a diferença para a saúde dos seus cultivos.

Esse post contribuiu com a saúde das suas plantas? Assine a nossa newsletter e sempre receba dicas úteis como essas!

Saiba por que fazer a manutenção do jardim é importante

Você, certamente, já deve ter ouvido aquela famosa frase de Mário Quintana, que diz que o segredo não é correr atrás das borboletas, mas cuidar do seu jardim para que elas venham até você.

Metáforas à parte, se você tem um espaço verde na sua casa e quer borboletas, pássaros e joaninhas aparecendo por lá, é preciso investir em técnicas de manutenção do jardim.

Zelar rotineiramente pela limpeza e preservação desse espaço é importante para garantir que todo o projeto paisagístico feito para o local não se desfaça e aquele “encanto” inicial não se perca com o tempo, levando embora todo o investimento financeiro feito pelo cliente.

Quer saber como manter seu jardim sempre bonito e majestoso? Então, continue a leitura e confira nossas superdicas!

Como fazer a manutenção do jardim

Realize a rega sistemática

Receber orientações de um profissional especializado é imprescindível para que você saiba exatamente a forma, a frequência e a volume da rega para cada espécie de planta. Entretanto, há algumas dicas gerais que servem para qualquer ocasião. Confira a seguir:

  • para evitar choques térmicos, as plantas devem ser regadas sempre com água em temperatura ambiente;
  • somente a base da planta deve ser molhada e não suas folhas, pois a umidade pode provocar doenças;
  • em geral, as plantas que ficam expostas diretamente ao sol devem ser regadas entre uma e duas vezes por semana, mas é preciso observar a reação de cada planta;
  • as plantas que ficam em locais com muita incidência de ventos tendem a ficar mais secas e, por isso, precisam de rega mais constante;
  • as primeiras horas da manhã e as últimas horas da tarde (após as 15h) são os melhores períodos para fazer a rega das plantas.

Busque orientação profissional

Como foi dito, cada espécie de planta existente no seu jardim exige um cuidado diferente. Por isso, é fundamental que um paisagista ou outro profissional da área oriente a manutenção. É ele quem vai saber, por exemplo, quando e como retirar as plantas daninhas e se é melhor fazer isso manualmente ou com o uso de uma enxada. Ele também saberá quantas vezes por ano a terra deve ser adubada, pois isso dependerá do tipo da planta.

Além disso, pelo menos uma vez por mês, você precisará de um profissional que aplique no jardim certos produtos indicados para combater fungos e pragas e ainda realize a poda de manutenção das plantas. Essas tarefas não podem ser feitas por leigos, pois se realizadas de maneira errada podem causar a morte da planta e ainda colocar em risco a saúde dos moradores da residência.

Confie nas empresas especializadas

Uma decisão que costuma ser eficaz é contratar uma boa empresa de paisagismo, capaz de propor soluções personalizadas para cada tipo de jardim, levando em consideração o clima local, o estilo de arquitetura do imóvel, a profundidade do solo, a interferência dos recursos naturais (ventos, chuvas, luz, etc.) e ainda a personalidade dos proprietários.

Para que o projeto seja um sucesso, a empresa precisa, além de respeitar os desejos e necessidades do cliente, utilizar técnicas de jardinagem e paisagismo que respeitem as leis da natureza.

Ademais, o profissional que se dispor a fazer esse trabalho precisa ter um profundo conhecimento da flora brasileira, e é isso que você deve levar em consideração na hora de escolher a empresa que será responsável por concretizar o seu sonho de ter um belo jardim no quintal de sua casa!

E então, entendeu agora a importância de se fazer a manutenção do seu jardim? Se ficou alguma dúvida, entre agora mesmo em contato conosco. Teremos o mais prazer em atendê-lo!

Entenda como usar plantas suspensas para dar mais charme à decoração

Ter plantas em casa, tanto na área externa quanto na parte interna, traz inúmeros benefícios que vão muito além da estética. Elas purificam o ar, auxiliam na manutenção da temperatura, reduzem o estresse, aumentam a qualidade de vida e ainda ajudam na nossa concentração.

Existem várias maneiras de trazer o verde para o seu lar, e uma delas — que está fazendo a cabeça de muita gente por aí — é a utilização das plantas suspensas. Embora sejam mais usadas em ambientes internos, como em salas de estar ou nos próprios jardins de inverno, elas também podem embelezar sua varanda, quintal ou terraço. 

Ficou curioso para saber mais sobre essa tendência? Então continue a leitura e descubra como utilizar essas plantinhas na decoração da sua casa!

Plantas suspensas e aéreas: qual a diferença?

Plantas suspensas

Já as plantas suspensas precisam de terra para absorverem os nutrientes necessários para a sua sobrevivência. Normalmente, são plantadas em vasos suspensos por fios de barbante, lã, cordas de nylon etc. Existe também a opção de utilizar bolas de musgo em vez de vasos (técnica chamada Kokedama), ou então fixar as plantas na própria parede, sem o uso de fios de sustentação.

Plantas aéreas

Muita gente confunde as plantas suspensas com as aéreas, que são aquelas que não necessitam de terra para sobreviver e se desenvolver. As espécies aéreas utilizam suas folhagens para absorver do ar todos os nutrientes que precisam e suas raízes encontram-se fixadas em outras plantas. Na natureza, geralmente são encontradas em florestas com bastante vegetação e árvores de grande porte, onde há bastante competição por luz solar.

Quais as espécies mais utilizadas de plantas suspensas?

Como visto, há várias possibilidades de utilizar as plantas suspensas na decoração e, em teoria, todas as espécies podem ficar nas alturas. No entanto, existem aquelas que compõem um efeito visual mais bonito, como as que têm folhas e flores pendentes. Confira as mais indicadas:

  • Ivy: bastante utilizada em ambientes internos por se adaptar a diferentes temperaturas e luminosidades.

  • Trapoeraba roxa: pode ser colocada tanto fora quanto dentro de casa, mas deve ser regada com maior frequência.

  • Monstera oblíqua: geralmente, é cultivada à meia sombra. Propaga-se em todas as estações do ano.

  • Jiboia: proporciona o famoso efeito “cascata” e consegue filtrar mais as impurezas do ar.

Como utilizar plantas suspensas na decoração?

Há diversas formas criativas de utilizar essas plantas para decorar sua casa, seja plantando-as em vasos de cerâmica, de fios entrelaçados (macramê) e até mesmo em “saquinhos” com terra. Separamos algumas técnicas que vão fazer toda a diferença na sua decoração. Confira!

Macramê

É uma técnica de tecelagem manual que entrelaça os fios e os prendem com um nó. Antigamente, somente cortinas eram feitas dessa forma, mas, hoje, muita gente tem feito vasinhos para as plantas suspensas a partir desse método. Além de ser diferente e criativo, pendurar as plantas em vasos feitos de fios entrelaçados traz uma sensação de aconchego e combina com todos os ambientes da casa!

Bolsos e sacos de feltro

Outra forma de pendurar suas plantinhas sem a utilização de vasos são os bolsos de feltro. Eles podem ser pendurados com ganchos, hastes de madeiras ou suspensos por fios de nylon, e podem ser colocados em qualquer cantinho da casa. Na cozinha, por exemplo, pode ser utilizado para a criação de um pequeno jardim suspenso com o plantio de ervas e temperos.

Gaiolas decorativas para plantas

Elas são supertendência e trazem personalidade e descontração para o ambiente, podendo ser penduradas ou apoiadas em aparadores. Existem duas formas de utilizá-las: uma é fixar um pequeno vasinho dentro da gaiola e a outra é forrar o fundo com musgo e terra (mas é preciso tomar cuidado na hora de escolher a espécie que mais se adapte a esse espaço).

Como visto, existem diversas maneiras para embelezar sua casa com as plantas suspensas e, melhor ainda, sem pesar no bolso! Agora, é só escolher a técnica que mais combina com você e sua casa, e arrasar na decoração! 

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Por que as plantas preservadas são uma boa opção para sua casa?

Trazer as plantas para dentro de casa proporciona um efeito visual incrível e melhora o aspecto de qualquer ambiente, além de ter o poder de acalmar e de relaxar os moradores. Contudo, engana-se quem pensa que somente as plantas vivas conseguem essas façanhas.

Atualmente, devido à nossa rotina atribulada e ao fato de as moradias serem cada vez menores, cuidar adequadamente das plantinhas para que elas não morram e se mantenham saudáveis tem sido cada vez mais desafiador.

É por esse motivo que surgiu no mercado uma técnica que permite que você tenha toda a beleza da vegetação natural sem precisar se preocupar com a sua manutenção. São as chamadas plantas preservadas.

Ficou curioso para saber mais sobre o assunto e como incorporá-las na sua decoração? Então, continue a leitura e descubra!

O que são plantas preservadas? 

Antigamente, as plantas decorativas eram divididas somente entre naturais e artificiais, sendo essa última bastante criticada por algumas pessoas devido ao seu aspecto pouco orgânico. Foi a partir desse cenário que a técnica de preservação das plantas vivas foi criada, o que podemos chamar vulgarmente de “empalhamento das plantinhas”.

Processo de preservação

Para preservar as plantas, é necessário transformar suas folhagens naturais por meio de um processo químico de estabilização e desidratação. Isso leva, aproximadamente, dois meses, incluindo o processo de montagem.

Duração das plantas preservadas

Em teoria, as folhagens e os galhos que passam pelo processo de preservação não têm prazo de validade. No entanto, como é demasiadamente arriscado atestar 100% a perenidade de um objeto, podemos afirmar que as plantas preservadas são feitas para durarem muitos anos.

Manutenção

Manter a beleza e o brilho das plantas preservadas é algo extremamente simples. Basta uma limpeza básica a cada semestre para tirar o pó e as sujeiras superficiais. Não é preciso regar, deixar ao ar livre e, nem mesmo, luminosidade!

Como decorar ambientes com as plantas preservadas?

Jardim vertical

Existem diversas maneiras de incorporar as plantinhas empalhadas na decoração da sua casa. Uma das mais utilizadas é a vegetação fixada na parede, ou seja, os famosos jardins verticais. Por não precisar de luz solar, uma vantagem do jardim vertical é que ele pode ser feito em qualquer parede interna da casa, seja na sala, nos corredores ou, até mesmo, dentro de closets e banheiros.

O profissional contratado para o serviço indicará as espécies de plantas que mais combinarão com o ambiente, além de personalizar a montagem de acordo com as preferências e as necessidades do cliente.

Sala de estar

Se você tiver uma área interna ampla, é possível, ainda, aplicar essa técnica em árvores ou palmeiras de tamanho médio, sendo ideais para ficarem junto à mesa da sala de jantar ou ao lado do rack na sala de TV, por exemplo.

Escada

Também é possível, se a sua casa tiver dois andares, montar um pequeno jardim com as plantas preservadas no espaço embaixo da escada, apostando, principalmente, em vasos, cachepôs e jardineiras para arrasar na decoração!

Como visto, as plantas preservadas são superversáteis e ideais para aquelas pessoas que, apesar de terem uma vida corrida, não abrem mão da tranquilidade e da harmonia que só o verde da natureza pode proporcionar!

Gostou do artigo? Entendeu por que as plantas preservadas podem ser uma ótima alternativa para decorar e embelezar os ambientes internos da sua casa? Então, curta nossas páginas no Facebook e no Instagram e fique por dentro de todas as novidades sobre o assunto!

5 dicas incríveis para cuidar bem de um jardim pequeno

Um jardim pequeno, sem dúvida, pode dar um ar todo especial para a sua casa. Sabe aquele cantinho, interno ou externo, que você não sabe o que fazer? Está esperando por um jardim que seja projetado com criatividade e estilo. Monte um espaço cheio de inspiração para ler, escrever ou, até mesmo, contemplar.

A escolha das espécies, vasos e móveis são decisões que podem fazer desse local, um lugar aconchegante. Pense sempre que um jardim pequeno pode ser simples, mas com muito charme. Um paisagista pode ajudar nessa hora. É pela composição da área que nascerá um belo jardim. Mas, depois de pronto, é imprescindível cuidar para manter a beleza. 

Neste post, daremos 5 dicas para você cuidar bem de seu jardim pequeno e ainda torná-lo um ambiente incrível. Confira!

1. Faça as podas necessárias

Podar as plantas de seu jardim pode ser a atitude certa para mantê-las bonitas e proporcionar um crescimento de forma saudável. A poda, de maneira geral, é realizada pelo talo, mas busque uma orientação especializada sobre qual a melhor forma de fazer a poda das espécies que você tem. 

Assim, você poderá agir da forma mais adequada com as plantas, sabendo a periodicidade com que a poda deve ser realizada, em qual época deve ser evitada essa ação ou, até mesmo, se é preciso apenas aparar. Quanto mais informação tiver, melhor é o cuidado de seu jardim.

2. Aproveite de forma correta a luz do sol

Algumas plantas precisam de mais luz do sol do que outras. Então é importante pensar na exposição. Por essa razão, não esqueça de avaliar as condições de seu espaço em todos os sentidos, inclusive, quanto à recepção de luz solar. A partir dessa avaliação, uma adequação das espécies poderá ser feita, favorecendo a localização das plantas de acordo com as necessidades de cada uma.

3. Adube as plantas do jardim pequeno 

Não adianta querer o jardim que está na revista mais famosa da área se ele não tem todo o cuidado necessário. Vale a pena investir em criar um espaço que traduza também seu jeito de ser, por isso cuide muito bem desse local. Não esqueça que, após a escolha da terra, que deve ser de qualidade, a adubação é essencial.

4. Limpe as pedras também

Agora é hora de trabalhar a criatividade. Você já deve ter notado que as pedras também são elementos que compõem os jardins pequenos. Elas são ótimas, além de trazer uma atmosfera diferenciada ao local. É possível usá-las para fazer pequenos caminhos ou como peças decorativas. E não esqueça da limpeza das pedras.

5. Use os vasos de forma harmônica

Se você tem um projeto paisagístico para um jardim pequeno, certamente as espécies e elementos estão adequados ao espaço. Não vale colocar um vaso que não condiz com o lugar e a proposta do projeto. Pense em compor a área de uma maneira que fique harmônica.

Os vasos podem ser elementos de composições incríveis em jardins pequenos. Peças que realmente dão aquele toque personalizado. Às vezes, a escolha da melhor disposição é uma estratégia para dar aquele charme ou oferecer mais cuidado às plantas. Os vasos podem ficar suspensos em treliças ou no chão, por exemplo.

Um jardim pequeno ou grande precisa de cuidado. Não é apenas uma área que se cria e deixa para lá. É preciso manutenção e paciência. Além disso, essa atitude de cuidado pode fazer muito bem a você, dando um alívio no cansaço em dias agitados. Transforme esse espaço naquele lugar que vai fazer diferença em sua vida.

Já está pensando em seu jardim pequeno com essas dicas? Aproveite para ler também como as flores podem deixar o ambiente de sua casa muito mais bonito!

Estilos de jardins: conheça os principais e suas características

Os povos antigos não abriam mão de ter um espaço que possibilitasse o contato direto do homem com a natureza. E eles tinham razão. Ter um jardim é abraçar a natureza todos os dias. Por meio da contemplação, o jardim proporciona paz, harmonia e bem-estar, além de qualidade de vida.

Sem falar que, se você tiver pouco espaço, o jardim vertical é o ideal para esse abraço, mas há muitos outros. Um jardim valoriza e refresca o lugar porque funciona como umidificador natural do ambiente. Além disso, sua casa vai estar sempre atualizada quanto às questões estéticas e de decoração.

Os estilos de jardins dão o tom do lugar, proporcionando até regalias como uma alimentação mais saudável, no caso de ter a própria horta em casa, já pensou nisso? Por outro lado, que mulher não quer olhar para a própria casa e ver a sua cara nela? Um espaço agradável para receber os amigos e até reservar aqueles momentos de reflexão. 

Há uma lista enorme de estilos de jardins, um mais lindo que o outro. Aqui trazemos alguns para que você escolha o seu. Se você andava procurando algo para dar aquele tchan na decoração, sua busca acabou: faça um jardim na sua casa! Veja aqui estilos de jardins fantásticos. Sua personalidade vai fazer com que você encontre o seu e deixe a sua casa com uma vista impactante.  

Jardim clássico

Cuidadosamente desenhado, esse estilo é a retidão propriamente dita. Baseado em formas geométricas, parece que foi feito com traçados de compasso e régua. As flores ficam em segundo plano. Em primeiro estão as sebes, muito bem aparadas. As topiarias impecavelmente arredondadas figuram entre fontes e esculturas.

Jardim inglês

Diferentemente do clássico, aqui o que não se vê é simetria. É um jardim meio “bagunçado”, onde a principal característica é o extenso gramado. Arbustos, árvores e flores, sobretudo roseiras, compõem esse estilo meio romântico. As flores, naturais de ambientes frios, podem ser substituídas por margaridas, violetas, jasmins e uma infinidade de outras bem coloridas.

Jardim tropical

Como o próprio nome diz, é o estilo que lembra nossa vegetação amazônica. As plantas são gigantes, as muitas folhagens e flores lembram uma ilha paradisíaca tropical. Geralmente fica num espaço sombreado, o qual é ainda mais valorizado com uma lâmina d’água ou uma cascata.

Jardim árido ou desértico  

É o mais rústico dos jardins. É também o mais econômico em questão de rega e acessórios. Ideal para varandas e jardins de inverno. Ele conta com vegetação que lembra a caatinga brasileira. São as xerófitas, plantas que armazenam água: cactos, babosa, leguminosas e outras. O solo deve ser de pedriscos e areia para facilitar a drenagem da água. 

Jardim japonês ou oriental

É o estilo de jardim para quem não quer só beleza, flores e vegetação, mas também meditação. Esse é o mais filosófico entre os estilos de jardim. Um lugar onde as espécies têm seu valor reconhecido, pois estão sempre em destaque. Há alguns elementos que não podem faltar em um jardim como esse. Em um terreno com ondulações leves, os seixos desgastados são distribuídos em número ímpar, como manda a tradição.

A água está presente por meio de riachos, cascatas ou lagos. O bambu é a planta principal entre azaleias, camélias e outras que também compõem o jardim. E para finalizar, não se esqueça das lamparinas de pedra, indispensáveis nesse estilo.

Gostou dos estilos de jardim? Encontrou o seu? Agora que você já conhece mais estilos de jardim, é só contratar profissionais especializados para fazer o jardim dos seus sonhos. Um bom exemplo é a CP Paisagismo, que auxilia seus clientes na criação e execução de projetos paisagísticos, oferece serviço de consultoria na área e, o mais importante, manutenção após o término do projeto.

É uma empresa especialista em arquitetura de paisagens em áreas externas. Entre em contato e saiba dicas e mais benefícios de ter um jardim externo ou uma área verde dentro de casa, afinal, natureza é tudo de bom.

Consultoria de paisagismo: 3 razões para você contratar agora!

Uma consultoria de paisagismo tem como principal objetivo buscar soluções de jardinagem que atendam às expectativas de seus clientes e que sejam, também, ambientalmente sustentáveis a preços justos.

Assim, contratar esse serviço vale muito a pena, não somente para deixar seu jardim bonito, mas também porque ele traz eficiência e respeito à natureza.

Pensando nisso, recomendamos a leitura deste texto para você que quer entender por que é válido contar com um paisagista.

O que é uma consultoria de paisagismo

O primeiro passo é entender que os profissionais que dão consultoria de paisagismo são especializados nisso. Dentre os serviços que oferecem, listamos abaixo os que podem ser mais úteis para você:

  • avaliação das condições climáticas do seu espaço;
  • indicação das melhores espécies de plantas para seu jardim;
  • orientação para adubar a terra e evitar pragas ou doenças;
  • instrução acerca das melhores técnicas de poda;
  • recomendações de ferramentas e outros produtos de jardinagem;
  • elaboração de relatórios técnicos para projetos paisagísticos.

Assim, antes de montar seu jardim, ou mesmo ao fazer a manutenção de um espaço já ajardinado, o ideal é recorrer a esse tipo de consultoria, especialmente se você faz questão de que esse espaço seja, além de bonito, funcional.

Como funciona a consultoria

No geral, quando você contrata uma consultoria de paisagismo, o trabalho acontece em três etapas:

  1. Visita técnica: para os profissionais conhecerem o local, ouvirem seus desejos e avaliarem as possibilidades de implementação;
  2. Relatório: que é entregue após a visita indicando quais as mudanças devem ser feitas no jardim para seu aprimoramento.
  3. Acompanhamento: os especialistas fazem visitas periódicas durante a realização do projeto para verificarem se tudo está sendo feito adequadamente.

Razões para contratar a consultoria especializada

Se você faz um jardim de forma amadora, há mais chances de falhas. Quantas vezes você tentou plantar uma muda que não vingou, ou levou uma flor para casa e ela morreu em seguida?

Você não pode correr esses riscos se deseja ter uma área verde bem cuidada em casa. Nessa hora, só mesmo a consultoria especializada consegue garantir o êxito do projeto.

Por isso, veja abaixo três razões incontestáveis para contratar o serviço de paisagismo para o seu jardim:

1. Profissionalismo e assertividade

Como já dito, gostar de plantas não é suficiente para ter um bom jardim. Os paisagistas profissionais é que saberão avaliar quais espécies sobrevivem melhor de acordo com o solo, clima, iluminação e outras características da região onde você vive.

Justamente por terem esse conhecimento, eles são capazes de montar um projeto que realmente vai funcionar, evitando retrabalhos, gastos desnecessários com materiais ou outros tipos de prejuízos.

2. Sustentabilidade e preocupação ambiental

Um dos objetivos do paisagismo urbano é integrar a natureza da forma mais natural possível aos ambientes modificados pelo homem.

Para fazer isso com excelência, o paisagista escolhe minuciosamente as plantas do jardim, levando em consideração como elas contribuem para o equilíbrio ecológico e o bem-estar de outros seres (como os insetos e, claro, os humanos).

Se você tem preocupação ambiental, montar seu jardim com apoio de uma consultoria de paisagismo é a melhor escolha. Afinal, os paisagistas são capazes de pensar em soluções sustentáveis durante a execução do projeto, como o reaproveitamento de água, a conservação de solos e a minimização de impactos ambientais.

3. Valorização do imóvel

Por fim, a vantagem de se investir no paisagismo profissional é que esse tipo de trabalho é altamente valorizado na hora de vender ou alugar um imóvel.

Se, por qualquer razão, você precisar se desfazer da sua casa, com certeza encontrará pessoas dispostas a pagar um bom valor por ela quando souberem que ela conta com um projeto paisagístico, principalmente se o trabalho tiver sido assinado por profissionais reconhecidos na área.

Como pôde ver nesse texto, ao contratar uma consultoria de paisagismo, você terá um espaço verde e permanente em casa, pensado especialmente para seu ambiente e de acordo com seus gostos.

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O que é Kokedama? Descubra já como montar e ter plantas saudáveis!

Você já ouviu falar na técnica japonesa chamada Kokedama? Se não ouviu, é bom ficar atento ao assunto, porque esse arranjo está se tornando um dos queridinhos do momento entre paisagistas, decoradores, designers e todos aqueles que gostam desse universo de jardinagem.

Apesar de o nome ser um pouco incomum, sua tradução é muito simples e quer dizer, literalmente, “bola de musgo”. Ficou curioso para saber como uma bola de musgo pode embelezar, valorizar e ainda trazer um toque de descontração para o seu lar?

Então continue a leitura e descubra, ainda, quais os materiais necessários para você montar o seu próprio Kokedama. 

O que é um Kokedama, afinal?

O Kokedama é uma técnica japonesa de arranjo ornamental, sendo uma versão mais simplificada do famoso Bonsai. Imagine cultivar uma planta dentro de um musgo sem qualquer tipo de vasos ou jardineiras e ainda poder pendurá-la? Pois é! Por isso ele se diferencia tanto das outras técnicas de plantio e tem feito a cabeça de muita gente por aí.

Basicamente, ele consiste na criação de plantas dentro de um globo compacto feito com musgo, areia e argila. Esse ornamento costuma ser suspenso por fios de nylon, arame, lã ou barbante, o que dá a sensação de que ele está flutuando no ar. Contudo, algumas pessoas ainda preferem apoiá-lo em pratos ou suportes decorativos. 

Como utilizá-lo na decoração? 

Todos sabemos que as plantas são excelentes opções para enfeitar os ambientes e trazer sensação de acolhimento, e com o Kokedama não é diferente. 

Para aqueles que preferem os arranjos suspensos com os string gardens (os fios mencionados acima), o mais indicado é colocá-los em um canto com bastante iluminação e pendurá-los em diferentes alturas, o que dará a ideia de movimento e profundidade. 

Caso você prefira o seu Kokedama apoiado, invista em terrários ou mini jardins em superfícies transparentes, como vidro, acrílicos, espelhos, etc. Esse arranjo também funciona bastante como centro de mesa ou em criados-mudos. 

Como fazer um Kokedama?

Se você é adepto da cultura do it yourself (faça você mesmo), e gosta de colocar a mão na massa, então confira a seguir um passo a passo de como montar a sua própria bola de musgo. 

Materiais

Você vai precisar de:

  • muda de planta (as mais indicadas são as espécies costela-de-adão, clorofito e asplênio);
  • musgo verde e musgo de folha;
  • areia;
  • argila;
  • fio de nylon, barbante ou qualquer outro fio de sua escolha.

Modo de fazer

  1. misture a areia, a argila e o musgo de folha com um pouco de água até formar uma bolinha moldável; 
  2. faça um buraco com o polegar no meio dessa bolinha e coloque a planta;
  3. cubra toda a esfera com o musgo verde fazendo uma leve pressão para fixá-lo;
  4. enrole a esfera com o fio de nylon ou cordel de linha como se fosse um novelo de lã e depois dê um nó;
  5.  acrescente um pedaço de fio para pendurar o arranjo (caso você queira que ele fique suspenso).

Pronto! Viu só como é simples ter um Kokedama para chamar de seu?

Como cuidar?

Alguns cuidados são necessários para que seu arranjo se mantenha sempre saudável. Para a rega, aconselha-se, de 15 em 15 dias, mergulhar a bola de musgo por alguns segundos em um pote com água. Além disso, a cada três meses, é preciso fazer a manutenção da adubação e podar as folhas secas.

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